quarta-feira, janeiro 26, 2011

O café

Vim para o café,
E pelos vidros observo
Pessoas apressadas a pé.
Triste vida esta,
Que faz do ser humano, seu servo.
E esperava eu que a vida fosse uma festa,
Uma festa de alegria e felicidade,
De amor e carinho,
Animada.
Mas, nesta cidade,
Tudo passa, nada fica.
Lisboa, sempre apressada.

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