quinta-feira, dezembro 29, 2011

Rua Deserta

Caminho pela rua deserta,
Deambulando sem pensar.
A noite quase a acabar
E a madrugada alerta…

As pessoas essas,
Desapareceram...
Por essas travessas,
Em casa adormeceram.

O som do meu andar,
Pelas paredes faz eco.
Som assustador e seco,
Como ondas do mar
Num dia violento
Com imenso vento...

Deserta está a rua,
Como estando nua...
Mas daqui a umas horas
Vestindo a roupa que adoras,
Voltará a acordar,
Para um novo dia recomeçar.

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