terça-feira, setembro 03, 2013

Conflito

Sempre que penso que penso
Paro de pensar e esqueço.
Já nem isso mereço...
Perdi todo o meu senso.

Afinal, nada disso importa
Calo-me e fecho a porta
Escondo-me num canto,
Só, dentro de mim próprio.
Recobro-me com o meu manto
Refugiando-me do meu ódio.

Como é feroz esta tempestade
Nesta longínqua cidade
Chamada de mente
Que já pouco sente...
Demente mente afundada
De ti não resta nada...

Apenas com o meu lenço...
Paro de pensar e esqueço. 

2 comentários:

Su Palanti disse...

Nossa! Que poesia! Senti-me dentro dela nos mínimos detalhes... Coincidências?
De qualquer forma, suas palavras e a forma como as compôs, me deixaram encantada. Sua poesia é linda.
Bjusss

José María Souza Costa disse...

CONVITE
Passei por aqui lendo, e, em visita ao seu blog.
Eu também tenho um, só que muito simples.
Estou lhe convidando a visitar-me, e, se possível seguirmos juntos por eles, e, com eles. Sempre gostei de escrever, expor as minhas idéias e compartilhar com as pessoas, independente da classe Social, do Credo Religioso, da Opção Sexual, ou, da Etnia.
Para mim, o que vai interessar é o nosso intercâmbio de idéias, e, de pensamentos.
Estou lá, no meu Espaço Simplório, esperando por você.
E, eu, já estou Seguindo o seu blog.
Força, Paz, Amizade e Alegria
Para você, um abraço do Brasil.
www.josemariacosta.com

osta